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terça-feira, 2 de Setembro de 2014

Crepes Florentinos
















Crepes:
250ml de leite
120g de farinha
1 ovo
30g de margarina derretida
1 pitada de açúcar
1/4 colher de chá de sal (usei a flor de sal Marnoto)

Recheio:
120g de fiambre de peru (usei o peito de peru fumado Nobre Cuida-t +)
120g de queijo lmagro fatiado
25g de margarina
250ml de leite
25g de farinha
1 pitada de mistura de alho e salsa (usei da marca Margão)
1 pitada de pimenta branca (usei da marca Margão)
Sal q.b.



Comece por fazer os crepes dissolvendo a farinha no leite até não encontrar grumos. Junte o sal, o açúcar e o ovo, misturando-os muito bem. Por fim, adicione a margarina derretida e envolva até obter um preparado homogéneo. Tape com um pano e deixe assim por 30 minutos.
Leve a aquecer uma frigideira anti-aderente com 18 cm de diâmetro. Coloque um pouco de margarina nela e espere que derreta. Deite uma concha de massa e rode de modo a cobrir todo o fundo. Deixe cozer, volte o crepe e coza do outro lado. Reserve-os num lugar quente enquanto prepara o recheio.

Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Aqueça o leite, sem deixar ferver. 
Num outro tacho derreta a margarina, em lume brando, e junte a farinha, a pouco e pouco, mexendo bem com uma colher de pau. Vá juntando o leite, pouco de cada vez, mexendo sempre com uma vara de arames para que não criar grumos. Continue sempre a mexer até sentir que o molho começa a engrossar. Tempere com sal, pimenta, alho em pó e salsa seca, deixando cozinhar mais um pouco.
Coloque uma colher de sopa de molho no centro de cada crepe, espalhando-o um pouco no sentido do comprimento. Sobre o molho adicione o queijo e fiambre previamente cortados em pedaços pequenos. Polvilhe com mais um pouco de salsa seca, enrole como se fosse um charuto e transfira-os para um tabuleiro.
Leve ao forno a gratinar por alguns minutos e sirva morno.



Para acompanhar este prato, recomendo:


Conde Villar Loureiro
Quinta das Arcas


Denominação: DOC Vinho Verde
Ano: 2013
Castas: Loureiro

Vinho com aspecto límpido e cristalino, com leves reflexos palha;
O seu aroma é intenso e frutado com aromas de frutos tropicais como a manga e a banana; leves notas florais que se misturam com a fruta abundante.
Na boca tem uma estrutura bem definida e frescura activa característica de um bom vinho verde.







Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Nobre, MargãoNecton Quinta das Arcas pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.






domingo, 31 de Agosto de 2014

Parfait de Chocolate com Crumble de Bolachas e Fruta

















140 ml leite (usei o leite meio-gordo Terra Nostra
120 ml de natas
3 c. sopa de amido de milho
100 g de açúcar mascavado (usei o açúcar mascavado da marca Sovex)
4 c. sopa de cacau em pó  (usei o cacau com frutose da marca Sovex)
3 ovos grandes
1 colher de sopa de licor de chocolate (usei da marca Chocolicor)
100 g de chocolate picado (usei o chocolate negro culinária 50% de cacau da Deli&Co / Casa Grande Chocolatier)

200 ml de natas
2 c. sopa de açúcar
1 embalagem de barras crocantes com fruta (usei da marca McVitie's)
Fruta fresca (usei framboesas douradas, mirtilos e morangos)


Num tacho pequeno, junte as natas com o leite e deixe ferver. 
À parte, misture o amido de milho com o açúcar e o cacau em pó e junte-lhes os ovos previamente batidos. Envolva muito bem e adicione, a pouco e pouco, à mistura de natas mexendo constantemente. Leve ao lume, mexendo sempre, até espessar. 
Retire do lume e junte-lhe o chocolate picado, envolvendo muito bem para que derreta e se forme um creme fofo e homogéneo.
Divida o preparado por taças, preenchendo 3/4 das mesmas e deixe arrefecer.
Quando o creme de chocolate se encontrar frio e sólido, adicione-lhe as bolachas partidas em pedacinhos e cubra com uma camada de chantilly (que deve preparar batendo as natas bem firmes e juntando-lhes, depois, o açúcar).
Decore com fruta a gosto e sirva fresco.





Para acompanhar esta sobremesa, recomendo:


Porto Collector Reserva
Ramos Pinto

Mistura de castas provenientes de vinhas velhas tradicionais portuguesas.  De vários lotes jovens é criado um bouquet de cinco anos.

Notas de prova:
A borda vermelha pálida à volta do copo é o único sinal visível de maturidade. A área intermédia que, inicialmente, é opaca, evolui para um vermelho escuro translúcido. Por fim, na base do copo, a cor é de um vermelho intenso.
A sua tipicidade aromática é caracterizada pela semelhança com o vintage, devido ao seu potente fruto dominante e denso, denunciando uma profunda maturação de frutos, tais como a ameixa seca, figo, amora, framboesa e cereja.
O ataque é suave, notando-se uma sensação glicorosa equilibrada e cheia na boca. A sua maturidade de frutos revela-se-nos de uma forma saborosa, exaltando os aromas rectro-nasais mais voláteis e evoluídos. A persistência é notável.





Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação destes docinhos.

O meu muito obrigada à Casa Grande Chocolatier, McVitie's, Terra Nostra, Sovex, Chocolicor Ramos Pinto pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.






sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

Bacalhau Grelhado com Batata a Murro




















4 postas de bacalhau
600 g de batatas pequeninas (com casca)
200 ml de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
8 dentes de alho
1 borrifo de vinagre (usei o vinagre de sidra da marca Paladin)
1 pitada de pimenta (usei da marca Suldouro)
Sal q.b. (usei o sal marinho Marnoto)
Pão alentejano q.b.


Comece por grelhar o bacalhau na brasa com a pele virada para cima (para que não agarre na grelha). Quando pronto, parta-o em pedaços pequenos e coloque-o numa taça de servir. Junte-lhe os dentes de alho fatiados, e tempere com o azeite, o vinagre, e a pimenta, deixando tomar gosto por 20 minutos.
Enquanto isto, lave muito bem as batatas sem as descascar, coloque-as num tabuleiro e tempere com uma mão cheia de sal. Quando estiverem assadas, coloque-as sobre um pano e dê um murro em cada uma delas, para que esta abram.
Sirva as batatas regadas com o molho que se formou no bacalhau e acompanhe com pão alentejano.




Para acompanhar este prato, recomendo:



São Domingos - Tinto Bairrada D.O.C. 2011
Caves do Solar de São Domingos




Castas: Baga (40%), Touriga-Nacional (30%) e Tinta-Roriz (30%).

Notas de prova:
Aroma focado na fruta de boa qualidade, evidenciando notas elegantes de especiarias e chocolate. Bela presença na boca, com taninos aveludados, revelando requinte e persistência.









Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Azeite Castelo de Marvão, Paladin, Suldouro, Necton Caves do Solar de São Domingos pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.





quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

Risotto de Farinheira com Nozes e Alho Negro




















220 g de arroz para risotto (usei da marca Oriente Rice)
600 ml de água
1 farinheira de qualidade (usei a farinheira regional da Beira Lamego)
1 dente de alho grande
1/2 c. chá tominho fresco
1 fio de azeite (usei o azeite biológico virgem extra da marca Acushla)
70 g nozes picadas
120 ml de vinho branco de boa qualidade (usei o vinho Loureiro da Quinta da Lixa)
1 cebola picada
1 pitada de pimenta (usei da marca Margão)
1 noz de manteiga (usei da marca Terra Nostra)
3 dentes de alho negro (usei da marca Balsagro)
Sal q.b.  (usei a flor de sal Marnoto)


Coza a farinheira em 600 ml de água temperada com o pouco de sal. Após o seu cozimento, retire-lhe a pele e desfaça-a com o auxílio de um garfo. 
Aqueça o azeite num tacho e junte-lhe a cebola e o dente de alho bem picados. Deixe-os amolecer e acrescente o arroz e a farinheira, mexendo e deixando cozinhar por 1 minuto ou até o arroz se apresentar translúcido. Acrescente o vinho, envolva e deixe-o evaporar. Tempere com sal, pimenta e tomilho.
Envolva bem e adicione um pouco de caldo de cozedura da farinheira. Tenha em atenção que, a água adicionada deverá ser apenas a suficiente para que o arroz fique cremoso. A melhor forma é ir adicionando o caldo, concha por concha, e à medida que ele vai pedindo mais, mexendo, sem parar, até o arroz ficar al dente. 
Quando o arroz já estiver no ponto, desligue o lume, acrescente a manteiga e as nozes picadas grosseiramente, envolva bem e polvilhe com o alho negro laminado.




Para acompanhar este prato, recomendo:



Quinta da Lixa Tinto
Vinhão

Castas: Vinhão
Região: Vinhos Verdes

Vinhão é uma casta tinta de qualidade, característica da região dos Vinhos Verdes.
A variedade Vinhão originou este vinho carregado de cor rubi violáceo, notas frescas de bagos negros como amora, ligeiras notas vegetais, resinosas e balsâmicas.
Boca vibrante de dimensão média e longa presença,de paladar jovem, fresco, elegante e acidez perfeita.








Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Beira LamegoNovarrozAcushla, Terra Nostra, Balsagro, Margão, Necton Quinta da Lixa pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.








quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

Muffins de Mirtilo Clássicos



















Estes deliciosos muffins podem ser confecionados com mirtilos frescos ou congelados e são, especialmente indicados, para o pequeno almoço ou lanche, uma vez que são pouco doces.



60 g de açúcar mascavado (usei o açúcar mascavado da marca Sovex)
190 g de farinha com fermento
35 g de farinha
63 g de manteiga derretida (usei da marca Terra Nostra)
125 ml de leite (usei o leite meio-gordo Terra Nostra
1 ovo
1/2 colher de chá de aroma de baunilha (usei da marca Vahiné)
75 g de mirtilos
Desmoldante em spay Panol da Sodifer


Pré aqueça o forno a 210ºC.
Prepare 10 formas de muffins, untando-as e enfarinhando-as (eu somente usei spray desmoldante). Coloque-as dentro de um tabuleiro de ir ao forno, reserve.
Num recipiente, junte as farinhas e o açúcar, misture os mirtilos e faça uma cavidade no centro do preparado.
Bata o ovo com o leite e a baunilha e deite na cova que acabou de fazer. Junte-lhe a manteiga derretida e morna e mexa até que tudo esteja bem misturado. Não bata demasiado a massa, pois este deve ter uma textura grumosa.
Coloque a massa nas formas preenchendo apenas ¾ da sua capacidade. 
Leve ao forno por 30 minutos, aproximadamente (faça o teste do palito). Retire do forno e deixe arrefecer na forma por 5 minutos, desenforme e deixe arrefecer sobre uma grade.



Para acompanhar estes bolinhos, recomendo:


Porto White
Ramos Pinto


Notas de Prova:
Cor amarela dourada.
Mostra um aroma ao mesmo tempo fino e intenso, com alguma complexidade, num misto de aromas de citrino, com discreto néctar de mel e amêndoa.
No paladar, possui um ataque fresco e delicado, onde se notam alguns toques resinosos combinados com um bom amanteigado.
Na boca, é seco e com sabor a fruta fresca.









Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação destes bolinhos.

O meu muito obrigada à Terra Nostra, Sodifer, Sovex, Vahiné Ramos Pinto pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.





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