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sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Esparguete Picante com Filetes de Cavala em Azeite e Pickles


















2 latas de filetes de cavala em azeitecom pickles da marca La Gondola
200g de esparguete picante
Pasta de azeitona q.b.
Azeitonas verdes recheadas com piri-piri
3 dentes de alho
1 fio de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
Salsa fresca q.b.
Sal q.b. (usei a flor de sal Marnoto)

Comece por cozer a massa em água fervente temperada de sal até que se encontre al dente. Escorra-a e reserve. Enquanto isso, aqueça o azeite numa frigideira larga, junte-lhe o alho bem picado e, em lume baixo, deixe cozinhar por 2 minutos. Retire os alhos do azeite e junte a massa escorrida, envolva-a, delicadamente, no azeite e transfira-a para um prato de servir.
Sobre a massa, disponha os filetes de cavala, regue-os com o azeite que ficou na frigideira e adicione uma camada de pasta de azeitona. Por fim, decore com as azeitonas recheadas e decore com salsa.



Para acompanhar esta sopa, recomendo:


Douro Branco Seco DOC 2013 - Quinta do Estanho

É um vinho do Douro branco, produzido a partir das castas Malvazia Fina, Malvazia Grossa, Gouveio e Rabigato.
A conjugação destas castas com fermentação controlada a baixas temperaturas, origina um vinho harmonioso de características nobres.

Prémios:

Medalha de Prata - Colheita Seleccionada 1999
• I Grande Concurso Nacional de Produtores Engarrafadores do Clube do Vinho - PORTUGAL

Medalha de Prata - 1998
• IV Concurso da Produção - Colheita 1998 - Casa do Douro - PORTUGAL






Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à La Gondola, Azeite Castelo de Marvão, Necton e Quinta do Estanho pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.

  




quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Pizza Mamma Mia

















Base de pizza fina e crocante:
1/2 saqueta (6g) de fermento de padeiro seco (usei da marca Fermipan)
150 g de água morna
260 g de farinha
27 g de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
1 pitada de açúcar
4 g de sal

Molho de tomate italiano:
1 cebola picada
2 colheres de sopa de azeite
1 dente de alho picado
2 a 3 colheres de chá de concentrado de tomate (usei da marca Compal)
400g de tomate triturado (usei da marca Compal)
1/2 colher de chá de oregãos secos
1 colher de chá de açúcar
1/2 colher de chá de manjericão seco
1 folha de louro
1 pitada de pimenta branca (usei da marca Margão)
Sal q.b. (usei a flor de sal Marnoto)

Guarnição:
1 lata de cogumelos cortados (usei da marca Compal)
100 g de fiambre (usei o fiambre da perna extra Nobre Cuida-t +)
200 g de queijo ralado (usei o queijo flamengo ralado Terra Nostra)


Oregãos q.b.



Base de pizza fina e crocante:
À água morna junte o fermento e uma pitada de açúcar, aguarde que se dissolva, mexa um pouco e verta este preparado para um recipiente maior. Junte o azeite, envolva com uma colher. Acrescente a farinha, aos poucos, misturando até remover todos os grumos. Por fim, junte o sal.
Amasse bem sovando e puxando a massa durante cerca de 8 minutos, a massa estará pronta quando a sua consistência for fofa e elástica (se necessário acrescente um pouco de farinha, mas pouca pois a massa não pode ficar seca). Faça uma bola, tape com um pano e deixe-a dobrar de volume (cerca de 1:30 hora) em lugar abrigado.
Em seguida, divida a massa em 4 partes iguais. Estenda cada uma delas em forma de circulo, deixando de espessura, apenas, 0.5 cm (não a deixe maior que isto pois ainda crescerá um pouco). 
Passe bastante farinha sobre cada lado da base da pizza e coloque-a sobre um tabuleiro de forno muito bem enfarinhado, tape-o bem e deixe levedar por mais 30 minutos. Após levedar, pique cada base de pizza com um garfo e leve-as ao forno a 250ºC, ainda sem o recheio, por 6-8 minutos, apenas para dourar ligeiramente e pré-cozer a massa.

Molho de tomate italiano:
Descasque e pique a cebola e o dente de alho. Leve-os a refogar no azeite, junte o tomate em pedaços pequenos e deixe ferver em lume brando durante 15 minutos, sem tapar. Tempere com o açúcar (não esqueça de adicionar o açúcar porque é ele que retira a acidez do tomate e torna o molho saboroso), o sal, louro e a pimenta, deixando cozer mais 10 minutos. Junte então as ervas aromáticas e continue a cozer o molho durante mais 10 minutos. Misture então o concentrado de tomate mexendo bem. O molho não deve ficar muito fluido, portanto, se isto acontecer, junte mais um pouco de concentrado de tomate. Estará no ponto quando o molho tornar-se espesso e uniforme. Por fim, retire a folha de louro e passe o molho pela varinha mágica, deixe arrefecer antes de usar para que a base da pizza não amoleça e rompa.

Preparação:
Adicione uma boa porção de molho de tomate a cada uma das bases de pizza, alisando e espalhando-o bem. Sobre este, espalhe o queijo ralado e adicione uma fatia de fiambre por cada pizza. Ao centro do fiambre, adicione uma rodela de ananás e polvilhe com oregãos.
Leve ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 10-15 minutos, aproximadamente, ou até o queijo gratinar e a massa apresentar-se crocante.



Para acompanhar este prato, recomendo:




Loureiro
Quinta da Lixa 

Castas: Loureiro
Região: Vinhos Verdes

Obtido exclusivamente a partir da casta que lhe dá o nome, trata-se de um vinho seco produzido apenas em anos de qualidade.
É um vinho equilibrado e persistente de cor citrina de aromas bem marcados e complexos, muito próprios da casta.
Na boca a sua frescura natural faz ressaltar o seu caracter frutado.









Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Terra Nostra, Nobre, Compal, Fermipan, Azeite Castelo de Marvão, Margão, Necton e Quinta da Lixa pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.
































quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Parceria com doce Terra










É como muito gosto que informo, a todos os que me visitam, acerca da parceria entre o Nárwen's Cuisine e a doce Terra .
doce Terra é uma empresa sediada em Torres Novas que se dedica à comercialização de compotas, frutas em calda e fruta seca, nomeadamente figos secos. Esta é parte da Rosagro, Lda.,  uma empresa de cultivo de frutos para produção e comercialização de doces, geleias e compotas.





"doce Terra é uma marca que cresceu em terras portuguesas, inspirada nas raízes de um povo, os seus produtos carregam tradições passadas, mas não esquecidas. 
De produção familiar, a fruta é colhida na época e transformada no próprio dia através de receitas que certamente lhe proporcionarão momentos de sabor autêntico e natural, sem qualquer corante ou conservante. "

A Rosagro - sociedade agrícola, Lda. foi fundada em 1995 e é uma empresa de cariz familiar com antecedentes na agricultura que remontam aos tetravós dos atuais proprietários. 
Estes têm o orgulho em produzir fruta fresca, de qualidade e com um sabor inconfundível, que é colhida  no seu estado de maturação para ser entregue diretamente ao consumidor. A Serra D'Aire, é o seu grande aliado, proporcionando-lhe um sabor tão próprio, pois o microclima que se faz sentir ajuda esta zona de produção.
Com a Rosagro, foi criada a marca doce Terra, em que se colhe e transforma a produção própria, no dia da colheita, de modo a manter o sabor natural da fruta, sendo que, este método, aplica-se tanto ás compotas, como à fruta em calda ou seca. 
Devo salientar que, todos os métodos utilizados pela empresa, sejam de produção (sistema de produção integrado), seja de recolha, secagem ou confeção são feitos de forma tradicional.



Se desejar adquirir estes fantásticos produtos poderá fazer encomendas das mais variadas formas:


- Mercadinho da Pipas (frente ao museu de arte antiga em Lisboa)



Para finalizar, vou mostrar algumas fotografias com os produtos que a doce Terra teve a gentileza de me oferecer. Posso dizer que, ao abrir a embalagem enviada, um sorriso instalou-se no meu rosto e não mais de lá saiu.

E é fácil de perceber porquê! Pois quem não gosta de receber produtos de qualidade inestimável?






O meu muito obrigada à doce Terra pela simpatia e pelos produtos fantásticos que me enviaram. 

Por fim, posso dizer que é de louvar a qualidade destes produtos e que estou desejosa de fazer receitas com eles para, mais tarde, partilhar convosco.

Torta de Laranja e Maracujá



















6 maracujás roxos
300 g de açúcar
45 g de amido de milho
1 c. chá de fermento em pó
75 g de manteiga derretida (usei da marca Terra Nostra)
8 ovos
200 ml de sumo de laranja natural
Desmoldante em spray Panol da Sodifer

Molho:
4 c. sopa de polpa de maracujá com sementes
1 laranja, em sumo
120 ml de água
2 c. sopa de açúcar
1 c. chá de amido de milho


Pré-aqueça o forno a 180º C.
Forre um tabuleiro retangular (de 30x24 cm ou medidas semelhantes) com papel vegetal e unte-o bem (eu usei spray desmoldante).
Comece por misturar o açúcar com o amido de milho e o fermento. Junte-lhe o sumo de laranja, a polpa de maracujá (com as sementes) e os ovos. Mexa muito bem, com uma vara de arames, até obter um creme liso e sem vestígios de grumos. Junte, em fio, a manteiga derretida mexendo sempre. Envolva bem para incorporar todos os ingredientes e verta a massa para o tabuleiro que preparou.
Leve ao forno por 35-40 minutos (verifique a cozedura espetando um palito na massa) e vire a massa sobre um pano polvilhado com açúcar. Enrole com a ajuda do mesmo e deixe a torta arrefecer- Quando fria, transfira-a para uma torteira, regue com o molho e sirva.

Retire a polpa aos maracujás e deixe ficar as sementes.
Dissolva o amido num pouco da água indicada e adicione a restante a um tacho. Junte-lhe o açúcar, o sumo de laranja e a polpa de maracujá. Leve a lume brando, mexa e deixe ferver por 2-3 minutos, acrescente o amido, envolva com uma vara de arames e deixe espessar um pouco.





Para acompanhar esta sobremesa, recomendo:




Porto Vintage 2000 - Quinta do Estanho

Vinho do Porto de excepcional qualidade, de uma só colheita oriunda de uvas tintas das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca e Tinta Rorriz especialmente selecionadas.
Verificado com especial rigor, envelhece em tonéis durante 2 anos e posteriormente em garrafa.

Notas de Prova: Retinto e encorpado, de aroma e paladar muito finos.










Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação desta sobremesa.

O meu muito obrigada à Terra NostraSodifer e Quinta do Estanho pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.




terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Beringela Recheada com Vitela e Painho

















3 beringelas
400 g carne de vitela picada
150 g de painho de qualidade (usei da marca Sicarze)
1 cebola
2 dentes de alho
3 tomates, reduzidos a puré
4 c. sopa de polpa de tomate com alho e cebola (usei da marca Compal)
3 c. sopa de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
1 dl de vinho
2 c. chá de orégãos picados
200 g de queijo ralado  (usei o queijo flamengo ralado Terra Nostra)
Molho de piripiri a gosto (usei o extra-picante da Paladin)
Pimenta q.b. (usei da marca Margão)
Sal q.b. (usei a flor de sal Marnoto)


Comece por lavar as beringelas e corte-as ao meio no sentido do comprimento. Com a ajuda de uma faca faça vários cortes no interior das beringelas e retire-lhes a polpa com uma colher, de modo a que a casca fique inteira. Pique a polpa das beringelas e reserve.
Salpique as metades de beringela com sal e deixe assim por 30 minutos. Ao fim deste tempo, escorra a água que se formou e tempere com um fio de azeite.
Enquanto isto, aqueça o azeite e junte-lhe a cebola e os dentes de alho bem picados, deixe amolecer e junte a carne picada e o painho em pedaços. Deixe cozinhar um pouco, mexa, e adicione o miolo da beringela que reservou.
Acrescente o tomate picado, a polpa e o vinho. Tempere com sal, pimenta, molho de piripiri e orégãos picados, deixando cozinhar até apurar. De seguida, passe a mistura pela varinha mágica até obter um preparado homogéneo.
Entretanto, ligue o forno a 180ºC e preencha as metades de beringela com a mistura da carne, polvilhe com queijo ralado e leve ao forno durante 25 minutos.





Para acompanhar esta entrada, recomendo:

Espumante São Domingos Tinto Bruto 2009 DOC Bairrada  
Caves do Solar de São Domingos

Castas: Baga (100%)

Notas de prova :
Apresenta uma bonita espuma rosada, muito frutado no aroma, lembrando frutos silvestres e morangos frescos. Na boca é cheio, refrescante e persistente.

Método Clássico:
Após a segunda fermentação em garrafa o vinho é estagiado em cave sobre as leveduras por um período de 16 meses, à temperatura constante de 12ºC e, assim, encontrar o equilíbrio perfeito de riqueza, sabor e elegância.
Para a remoção das leveduras procede-se à remuage durante 2 meses. O degorgement glacée liberta as leveduras e de seguida adicionamos uma pequena quantidade de licor de expedição para terminar o vinho. Depois de um período de dois meses após todo este processo a garrafa de espumante está pronta para entrar no mercado.





Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Sicarze, Compal, Terra Nostra, Paladin, Margão, Azeite Castelo de Marvão, Necton Caves do solar de São Domingos pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram






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