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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Nigiri - Sushi de Salmão Selvagem














Hoje trago mais uma receita com o fantástico Salmão Selvagem do Alasca que descobri!
Estou realmente fascinada com o seu sabor e textura...

Salmão Selvagem do Alasca, sendo este bem diferente do salmão de aquacultura, que todos consumimos. É diferente na cor, na textura, no sabor e nos benefícios para a nossa saúde. 
Aliás, o importante é ter em mente que o salmão proveniente de criação/aquacultura não é tão saudável quanto o selvagem. A maior parte do salmão que chega ao nosso prato tem valor nutricional baixo, elevada taxa de gordura, além de conter corantes artificiais e antibióticos. 
Sempre que possível, opte pelo salmão selvagem. 
É verdade que o preço do salmão selvagem do Alasca é substancialmente mais caro e não se encontra nos supermercados (descobri que há na Makro). Mas, lembre-se que a pesca nos mares do Alasca é sustentável, ambientalmente responsável e certificada.





1 lombo de salmão selvagem do Alasca
2 folhas de alga nori
Pasta de wasabi q.b.
Molho de soja q.b. (usei da marca Kikkoman)

220 g de arroz para sushi da Oriente/ Novarroz
500 ml de água
2 colheres de sopa de vinagre de arroz
1 colher de sopa de açúcar
1 pitada de sal (usei a flor de sal Marnoto)


Lave o arroz em água corrente fria, transfira-o para um passador de rede e deixe-o escorrer por 1 hora.
Ao fim deste tempo, aqueça 500ml de água e, quando ferver, junte-lhe o arroz escorrido. Deixe cozer, em lume brando, até que toda a água seja absorvida. Reduza o lume para o mínimo que puder, tape, e coza por mais 5 minutos. Retire o tacho para uma superfície neutra e, tapado, deixe repousar por mais 10 minutos (ao fim deste tempo o arroz deve apresentar-se ligeiramente pegajoso, mas firme).
Entretanto, misture o açúcar com o vinagre de arroz e o sal e leve ao lume para dissolver, mexendo.
Transfira o arroz para um recipiente largo (tabuleiro de barro/plástico ou tábua de cozinha), regue-o com a mistura anterior, envolva bem e espalhe-o com o auxilio de uma espátula. Deixe-o secar e arrefecer por cerca de 10 minutos.

Ao fim deste tempo, corte as folhas de alga nori em fitas com 1cm de grossura e reserve.
Corte cada pedaço de salmão em pequenas fatias finas (evite fazer pedaços grandes e desiguais, porque a apresentação do peixe é importante)
Passe as mãos por água (este método fará com que o arroz não se cole aos seus dedos), coloque uma porção de arroz na palma da sua mão e molde rolinhos alongados, pressionando-os bem.
Barre cada um deles com um pouco de pasta de wasabi, adicione uma pequena fatia de salmão e prenda cada sushi com uma fita de nori. 
Sirva com molho de soja.



Para acompanhar este prato, recomendo:



Vinho Branco Alvarinho Estreia - Reserva
Adega Ponte da Barca 
Viniverde

Tipo:Vinho Verde – DOC 
Categoria:Vinho Branco – Alvarinho ∙ Reserva ∙ Sub-Região de Monção e Melgaço 

Vinho Verde de cor citrina, obtido exclusivamente a partir da rigorosa seleção de uma das mais ilustres castas brancas da região — Alvarinho. É um vinho seco com aroma a frutos tropicais e notas minerais, envolvente, fresco e persistente. Vinho elegante com sobriedade aromática, o que faz dele uma companhia aprazível para momentos muito especiais. 











Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à NovarrozKikkoman, Marnoto e Adega Ponte da Barca pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.







quinta-feira, 2 de julho de 2015

Almofadas Folhadas de Morcela e Ananás


















1 morcela (usei a morcela receita tradicional do Sr. Cândido da Nobre)
4 rodelas finas de ananás
1 placa de massa folhada retangular


Comece por fatiar a morcela e leve-a a um grelhador elétrico/frigideira sem qualquer adição de gorduras. Deixe-a cozinhar até largar um pouco do seu suco e vire-a, deixando-a escurecer. Transfira-a para um prato, retire-lhe a pele e corte-a em pequenos cubos. Pique também o ananás e reserve.
Corte a massa folhada em retangulos de 10x5cm, reserve metade deles e, nos restantes, recorte um retangulo mais pequeno com 8x3cm. Descarte estes retangulos pequenos e utilize a massa que se assemelha a um caixilho, dispondo-a sobre os primeiros retangulos de massa folhada que reservou (amasse a massa de retangulos mais pequenos e utilize-a para fazer mais folhados).
Misture a morcela com o ananás e recheia cada uma das caixas folhadas com eles.
Leve a assar, em forno pré-aquecido a 200ºC, cerca de 30 minutos até a massa estar folhada e cozinhada.
Sirva mornos ou frios.



Para acompanhar este prato, recomendo:

Espumante São Domingos Tinto Bruto 2009 DOC Bairrada  
Caves do Solar de São Domingos

Castas: Baga (100%)

Notas de prova :
Apresenta uma bonita espuma rosada, muito frutado no aroma, lembrando frutos silvestres e morangos frescos. Na boca é cheio, refrescante e persistente.

Método Clássico:
Após a segunda fermentação em garrafa o vinho é estagiado em cave sobre as leveduras por um período de 16 meses, à temperatura constante de 12ºC e, assim, encontrar o equilíbrio perfeito de riqueza, sabor e elegância.


Para a remoção das leveduras procede-se à remuage durante 2 meses. O degorgement glacée liberta as leveduras e de seguida adicionamos uma pequena quantidade de licor de expedição para terminar o vinho. Depois de um período de dois meses após todo este processo a garrafa de espumante está pronta para entrar no mercado.







Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Nobre e Caves do Solar de São Domingos pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.




segunda-feira, 29 de junho de 2015

Torres Crocantes de Requeijão e Doce de Abóbora



















8 fatias de pão de forma sem côdea especial torradas da Panrico
Doce de abóbora q.b.
2 requeijões de vaca (usei o requeijão de Lamego da Lacticínios do Paiva)


Comece por cortar o pão em forma de círculo usando um cortador de bolachas ou um copo. Disponha os círculos de pão sobre a grade do forno e leve-os a torrar a 200ºC até dourarem de ambos os lados.
Barre metade dos círculos de pão torrado com doce de abóbora, adicione uma fatia de requeijão (também cortado com o cortador de bolachas) e cubra com mais doce de abóbora.
Termine com a outra parte de pão e decore a gosto.





Para acompanhar este prato, recomendo:


Quinta da Lixa Branco 
O tal Vinho da Lixa

Castas: Loureiro, Alvarinho e Trajadura
Região: Vinhos Verdes

O Quinta da Lixa é produzido com algumas das mais nobres castas da região dos vinhos verdes, produzidos e vinificados na região que lhes dá o nome.
Aspecto brilhante e cor citrina. No aroma apresenta um carácter frutado com algumas nuances a frutos tropicais e um caracter floral.
Na boca confirma toda a expectativa criada pela intensidade do aroma, muito equilibrado, este vinho apresenta-se seco com complexidade e persistência.







Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Lacticínios do Paiva, Panrico e Quinta da Lixa pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.





sexta-feira, 26 de junho de 2015

Sanduíche Fresca
















4 fatias de pão integral sem côdea da Panrico
2 tomates redondos
2 queijos frescos (usei os queijos frescos sem lactose da Lacticínios do Paiva)
1/2 alface
4 linguiças (usei a linguiça receita tradicional do Sr. Cândido da Nobre)
1 pitada de pimenta da Margão
Flor de sal Marnoto


Comece por fatiar o tomate e tempere-o com sal. Fatie também o queijo e tempere com pimenta.
Retire a pele às linguiças e corte-as em fatias finas, longitudinalmente.
Sobre uma primeira fatia de pão adicione 1-2 folhas de alface, acrescente o tomate temperado e o queijo.
Por fim, acrescente a linguiça fatiada e termine com outra fatia de pão integral.




Para acompanhar este prato, recomendo:

Arca Nova
Quinta das Arcas


Denominação: Regional Minho IV
Ano: 2014
Castas: Alvarinho e Trajadura

Aroma: Fruta abundante com notas complexas de citrinos onde se destaca a toranja. De salientar ainda o ananás bem integrado no conjunto. Paladar: Estrutura complexa. Volumoso na boca com uma excelente acidez crocante completa o conjunto. Perfeito equilibrio entre alcool e acidez.

Uvas colhidas à mão e a uma curta distancia da adega. Desengace total para extração dos aromas mais frescos. Fermentação a baixas temperaturas.

Visite a loja online: www.quintadasarcas.com/lojadaquinta/






Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à McCainMarnoto e Quinta das Arcas pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.





quinta-feira, 25 de junho de 2015

Salada Fresca de Salmão Selvagem


















Hoje trago mais uma receita com o fantástico Salmão Selvagem do Alasca que descobri!
Estou realmente fascinada com o seu sabor e textura...

Salmão Selvagem do Alasca, sendo este bem diferente do salmão de aquacultura, que todos consumimos. É diferente na cor, na textura, no sabor e nos benefícios para a nossa saúde. 
Aliás, o importante é ter em mente que o salmão proveniente de criação/aquacultura não é tão saudável quanto o selvagem. A maior parte do salmão que chega ao nosso prato tem valor nutricional baixo, elevada taxa de gordura, além de conter corantes artificiais e antibióticos. 
Sempre que possível, opte pelo salmão selvagem. 
É verdade que o preço do salmão selvagem do Alasca é substancialmente mais caro e não se encontra nos supermercados (descobri que há na Makro). Mas, lembre-se que a pesca nos mares do Alasca é sustentável, ambientalmente responsável e certificada.






1 lombo de salmão selvagem do Alasca
1 fio de azeite (usei o azeite virgem extra - colheita especial - da Quinta da Lixa)
Sumo de limão
Flor de sal (usei a flor de sal Marnoto)
1 pitada de pimenta branca da Margão
1 alface frisada
1 ramo de rúcula
2-3 laranjas
Croutons (usei os croutons naturais da marca Rialto)

4 c. sopa de creme fraiche
1 c. chá de mel  (usei o mel da Beira Litoral da marca Finos Segredos)
1 pitada de wasabi


Comece por temperar o lombo de salmão com flor de sal, azeite e pimenta. Deixe marinar por 30 minutos. Leve a grelhar, numa chapa quente, por pouco tempo de cada lado, uma vez que este salmão cozinha muito depressa.
Limpe o salmão de pele e espinhas e corte-o em lascas grosseiras. Regue com um pouco de sumo de limão e reserve.
Enquanto isto prepare o molho misturando o creme fraiche com o mel e o wasabi. Misture muito bem e vá ajustando os ingredientes a seu gosto.
Num prato de servir comece por adicionar as folhas de alface rúcula. Junte também o salmão, a laranha em pequenos pedaços e os croutons.
Sirva de imediato com o molho que preparou.




Para acompanhar este prato, recomendo:


Quinta da Lixa Branco 
O tal Vinho da Lixa

Castas: Loureiro, Alvarinho e Trajadura
Região: Vinhos Verdes

O Quinta da Lixa é produzido com algumas das mais nobres castas da região dos vinhos verdes, produzidos e vinificados na região que lhes dá o nome.
Aspecto brilhante e cor citrina. No aroma apresenta um carácter frutado com algumas nuances a frutos tropicais e um caracter floral.
Na boca confirma toda a expectativa criada pela intensidade do aroma, muito equilibrado, este vinho apresenta-se seco com complexidade e persistência.







Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Finos Segredos, Rialto, Margão, Marnoto e Quinta da Lixa pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.











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